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Clélia Regina Ramos
Clélia Regina Ramos
Diretora Executiva da Editora Arara Azul
Biografia do Autor
Clélia Regina Ramos
Clélia Regina Ramos
Diretora Executiva da Editora Arara Azul

Possui graduação em Jornalismo pela ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES pela Universidade de São Paulo (1979), mestrado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995), doutorado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000) e pós-doutorado em Cultura Contemporânea pelo PACC/URFJ. Atualmente é gerente editorial - EDITORA ARARA AZUL. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em COMUNICAÇÃO E CULTURA, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura surda, inclusão, educação especial e formação de professores de surdos.

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Estatísticas de Publicação do Autor
Clélia Regina Ramos
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Diretora Executiva da Editora Arara Azul
10 Artigos Científicos publicados
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Artigos Científicos de Clélia Regina Ramos

Como autor(a) principal

  • 2013 • Revista Virtual de Cultura Surda, Edição nº11
    Livro didático digital em Libras: Uma proposta de inclusão para estudantes surdos
    Resumo do Artigo Científico

    Revista Virtual de Cultura Surda, Edição nº11  •  por Clélia Regina Ramos
    Livro didático digital em Libras: Uma proposta de inclusão para estudantes surdos

    As políticas públicas direcionadas aos estudantes surdos têm incentivado a produção de materiais didáticos com acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais - Libras. A Editora ARARA AZUL Ltda vem investindo em estudos, pesquisas e projetos que têm possibilitado a produção de LIVROS DIGITAIS, que são apresentados em CD-ROM em Libras e em Português escrito, tais sejam Coleção Clássicos da Literatura em Libras/Português, Coleção Trocando idéias: Alfabetização e projetos, Coleção Pitanguá e Coleção Porta Aberta sendo estas três últimas coleções compostas como LIVROS DIDÁTICOS DIGITAIS que, anteriormente, tiveram publicação somente em Português escrito (livros impressos em papel) pela Editora Scipione, Editora Moderna e FTD Editora, respectivamente. Todos estes materiais foram distribuídos gratuitamente para escolas públicas com estudantes surdos. O desafio que se apresenta para todos os envolvidos na Educação Inclusiva para Surdos é a utilização, avaliação, adequação, ampliação destes livros e a elaboração de outras propostas. Enquanto a pessoa surda não dominar uma língua de sinais e puder se apropriar adequadamente da cultura surda e da cultura ouvinte, isso significando não só exercer plenamente seus direitos de cidadão, mas poder circular livremente por todas as instâncias sociais – o que inclui necessariamente a língua escrita e a tradição literária, ele continuará a ser tutelado por alguém ou por alguma instituição.

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  • 2012 • RVCSD - Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade, Edição nº 09
    Tecnologia Assitiva para Surdos: Produtos, estratégias, recursos e serviços
    Resumo do Artigo Científico

    RVCSD - Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade, Edição nº 09  •  por Clélia Regina Ramos
    Tecnologia Assitiva para Surdos: Produtos, estratégias, recursos e serviços

    Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. As pessoas com surdez, durante muito tempo, estiveram associadas apenas à sua falta de audição e a busca da “cura” para esse “mal”. Atualmente temos uma visão diferenciada com relação às pessoas com surdez. Neste artigo a autora propõe uma Tabela de T.A. que leva em conta essa nova proposta de atuação social.

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  • 2011 • RVCSD - Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade, Edição nº 08
    Educação Inclusiva X Escola Bilíngue: Uma Falsa Oposição
    Resumo do Artigo Científico

    RVCSD - Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade, Edição nº 08  •  por Clélia Regina Ramos
    Educação Inclusiva X Escola Bilíngue: Uma Falsa Oposição

    Reflexão sobre a implantação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que o MEC/MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO vem realizando partir de 2008, com ações que vão desde a formação de gestores e educadores, regulamentação de normas e critérios de acessibilidade para pessoas com deficiência até a aprovação de leis que dão suporte e possibilitam a aprovação de verbas para projetos. Parcelas da comunidade surda politizada vêm apresentando uma proposta alternativa a essa, propondo o retorno dos surdos a escolas com a Libras como primeira língua. A autora considera a existência de uma falsa oposição entre a escola inclusiva e a recentemente chamada “escola bilíngue”, propondo o diálogo e não o embate entre as duas linhas de pensamento.

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  • 2009 • RVCSD - Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade, Edição nº 04
    Libras como Segunda Língua para Ouvintes: Uma proposta de inclusão
    Resumo do Artigo Científico

    RVCSD - Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade, Edição nº 04  •  por Clélia Regina Ramos
    Libras como Segunda Língua para Ouvintes: Uma proposta de inclusão

    No Brasil, o DECRETO Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002 sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, prevê em seu Capítulo III a inclusão da Libras como disciplina escolar para as crianças e jovens surdos. Vivenciando a o dia-a-dia de crianças, jovens e adultos surdos há mais de 20 anos em diversos níveis, a autora acredita que esta proposta pode se tornar ainda mais efetiva e verdadeiramente inclusiva se TODOS OS BRASILEIROS tiverem a oportunidade de aprender a Libras nos bancos escolares desde a Educação Infantil, tratando a Libras como segunda língua optativa. Quando a comunidade escolar tem falantes de Libras em seus diversos níveis (merendeiras, secretárias, diretoria, etc) e não só um monitor de Libras ou intérprete de Libras isolado, certamente o rendimento de TODOS os alunos e não só o dos surdos aumenta.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Editora Arara Azul, e-Books  •  por Clélia Regina Ramos
    A Atuação da Família/Profissionais/Legislação para o Desenvolvimento/Inclusão da Pessoa Surda

    A autora, que atuou como Assessora de Imprensa na FENEIS/FEDERAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS SURDOS entre os anos de 1998 e 2002, apresenta, nesse artigo, a discussão embrionária sobre a implantação da política da INCLUSÃO ESCOLAR pelo Ministério da Educação. Trazendo a visão da comunidade surda, apoiada por autores como Carlos Sanchez e Michel Foucault, é realizada uma rápida apresentação de projetos educacionais já implantados e, como contraponto, a experiência pessoal da autora, que tem um filho surdo em idade escolar.

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  • 2004 • Editora Arara Azul, e-Books
    Histórico da FENEIS até ao ano de 1988
    Resumo do Artigo Científico

    Editora Arara Azul, e-Books  •  por Clélia Regina Ramos
    Histórico da FENEIS até ao ano de 1988

    Painel sobre a organização política dos surdos brasileiros, desde a primeira associação fundada em 1930 pelo padre surdo Penido Burnier, passando pela ligação com os esportes (década de 1950) e alguns clubes recreativos de surdos, até a a fundação da FENEIDA/FEDERAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS DEFICIENTES AUDIVOS, entidade conduzida por profissionais ouvintes. Com a fundação da FENEIS/FEDERAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS SURDOS em 16 de maio de 1987, inicia-se uma nova fase na luta pelos direitos dos surdos brasileiros, quando, finalmente, as pessoas surdas passam a dirigir sua entidade.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Editora Arara Azul, e-Books  •  por Clélia Regina Ramos
    Tradução Cultural: Uma proposta de trabalho para surdos e ouvintes

    Eixo central da dissertação e da tese da autora (Faculdade de Letras da UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO), este artigo apresenta a proposta da metodologia TRADUÇÃO CULTURAL, que vem sendo utilizada até hoje em trabalhos de tradução do Português escrito para a Libras/Língua Brasileira de Sinais. Considerando a Libras uma língua ainda em processo de gramaticalização, mas com todas as características e aplicabilidades de qualquer língua humana, a proposta é o envolvimento da comunidade surda em qualquer trabalho de tradução, ou seja, a valorização do trabalho conjunto de pelo menos uma pessoa surda e uma pessoa ouvinte em qualquer trabalho de TRADUÇÃO.

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  • 2002 • Projeto Educação Especial Inclusiva "Módulo Avançado"/Manual do Aluno. Rio de Janeiro: SETRAB / IPPP, CAP. 4
    Libras: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros
    Resumo do Artigo Científico

    Projeto Educação Especial Inclusiva "Módulo Avançado"/Manual do Aluno. Rio de Janeiro: SETRAB / IPPP, CAP. 4  •  por Clélia Regina Ramos
    Libras: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros

    Este artigo, originalmente escrito em 1995, faz uma retomada histórica sobre a origem das línguas de sinais no mundo, seguindo com a contribuição realizada pela linguista brasileira Lucinda Ferreira Brito. Discorrendo sobre o surgimento da Líbras/Língua Brasileira de Sinais nas escolas de surdos e avançando para a proposta de gramaticalização dessa língua, a autora traz a contribuição que a Venezuela desde 1988 realiza com a implementação do bilinguismo para surdos em todo país e enfatiza a necessidade de que os envolvidos na comunidade surda participem da discussão sobre sua implantação.

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  • 2000 • Mestrado em Letras (Ciência da Literatura). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil
    Uma Leitura da tradução de Alice no País das Maravilhas para a Língua Brasileira de Sinais
    Resumo do Artigo Científico

    Mestrado em Letras (Ciência da Literatura). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil  •  por Clélia Regina Ramos
    Uma Leitura da tradução de Alice no País das Maravilhas para a Língua Brasileira de Sinais

    A partir do trabalho inicial de tradução do texto Alice no país das maravilhas para a LIBRAS, registrado em VHS, o presente estudo discute questões sobre o significado do termo tradução cultural. Para isso, a tese busca, na revisão histórica sobre o processo de afirmação cultural das comunidades surdas no mundo, na discussão sobre a LIBRAS ter ou não a modalidade escrita, o diálogo necessário para dar sustentação à proposta da criação de uma Biblioteca de Clássicos da Literatura em LIBRAS.

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  • 1995 • Doutorado em Letras (Ciência da Literatura). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.
    Língua de Sinais e Literatura: Uma proposta de tradalho de tradução cultural
    Resumo do Artigo Científico

    Doutorado em Letras (Ciência da Literatura). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.  •  por Clélia Regina Ramos
    Língua de Sinais e Literatura: Uma proposta de tradalho de tradução cultural

    Este estudo constitui-se em uma leitura semiológica do texto Alice no país das maravilhas visando sua futura tradução para a LIBRAS (Língua de Brasileira de Sinais). Como já se apresenta no título, trata-se de uma proposta de tradução cultural, termo que conceitua o trabalho de interação em mão dupla de duas línguas e duas culturas em contato. Além do levantamento da fundamentação teórica lingüística e semiológica necessárias, o estudo aborda historicamente a educação de surdos em vários países do mundo encontrando na filosofia educacional do bilinguismo para surdos o ponto de convergência para o qual rumam tanto as pesquisas quanto a prática.

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  • Como co-autor(a)

    Sem artigos científicos inseridos.
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  • Luiz Albérico Barbosa Falcão
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  • Angela Russo
    Angela Russo
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  • Elaine Leal Fernandes
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