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Maria José Duarte Freire
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Professora
Biografia do Autor
Maria José Duarte Freire
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Professora

Maria José Duarte Freire é filha de pais surdos, cresceu dentro da Comunidade Surda, tornando-se, como a maioria de filhos de surdos, bilingue, em Língua Gestual Portuguesa e Língua Portuguesa.

Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e concluiu, em 2007, o mestrado em Didáctica de Línguas, variante de Português Língua Não Materna, com a dissertação “A criança surda e o desenvolvimento da literacia”.

Em1980, começou a trabalhar como intérprete de Língua Gestual Portuguesa na Associação Portuguesa de Surdos, em Lisboa, tendo, ao longo dos anos, colaborado, como intérprete e formadora, com diversas Associações de Surdos e entidades oficiais, a nível nacional e no estrangeiro.

Foi membro activo da Comissão Para o Reconhecimento e Protecção da Língua Gestual Portuguesa, que teve o seu início em 15 de Novembro de 1995, data que passou a ser celebrada como o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa.

Desde 1998, que lecciona na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, na primeira licenciatura de Tradução e Interpretação de Língua Gestual Portuguesa a ser criada em Portugal.

Mais recentemente, assumiu a coordenação dos cursos de Tradução e Interpretação de Língua Gestual Portuguesa e de Língua Gestual Portuguesa Pós Laboral.

Participa em acções de formação e sensibilização sobre a Comunidade Surda, a Língua Gestual Portuguesa, a Tradução e Interpretação da LGP e sobre a Educação Bilingue e Bicultural de Crianças e Jovens Surdos.

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4 Artigos Científicos publicados
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Artigos Científicos de Maria José Duarte Freire

Como autor(a) principal

  • Resumo do Artigo Científico

    Plataforma porsinal.pt  •  por Maria José Duarte Freire
    Educação Bilingue e Bicultural de Crianças e Jovens Surdos - Língua Gestual Portuguesa como primeira língua e Língua Portuguesa como segunda língua - Pressupostos teóricos e sugestões práticas

    O bom desenvolvimento da literacia na criança surda é, sem dúvida, como com qualquer outra criança, o objectivo dos seus educadores, pais e professores. Não devemos, por isso, esquecer que o acesso a uma primeira língua é fundamental para o desenvolvimento linguístico e cognitivo da criança surda, criando-se assim as condições para o acesso à segunda língua e a muitas outras ao longo da vida. Não tendo acesso completo à língua falada, porque não ouve, a criança surda necessita de uma primeira língua que lhe esteja acessível na totalidade – a língua gestual do seu país, no nosso caso a língua gestual portuguesa. É através da língua gestual que a criança surda vai desenvolver a sua capacidade da linguagem e do pensamento e aceder gradualmente às estruturas da segunda língua – a língua do seu país, no nosso caso a língua portuguesa.

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  • 2010 • II Congresso Brasileiro de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa
    A Tradução e Interpretação de Provérbios e Expressões Idiomáticas em Língua de Sinais - Equivalentes Linguísticos e Culturais
    Resumo do Artigo Científico

    II Congresso Brasileiro de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa  •  por Maria José Duarte Freire
    A Tradução e Interpretação de Provérbios e Expressões Idiomáticas em Língua de Sinais - Equivalentes Linguísticos e Culturais

    A tradução e interpretação de expressões idiomáticas ou provérbios em língua de sinais coloca diversas questões de carácter linguístico e cultural que o intérprete deve conhecer e aplicar para que tenha um bom desempenho. Neste trabalho são analisados os diferentes contextos em que este tipo de enunciados pode surgir e as diferentes alternativas de tradução e interpretação pelas quais se pode optar. Serão dados exemplos que permitirão estabelecer, ou não, um paralelo entre expressões idiomáticas e provérbios da língua gestual portuguesa e da língua portuguesa. Finalmente, dar-se-á conta dos resultados de um estudo sobre a existência, ou não, de provérbios na Língua Gestual Portuguesa (LGP) e de que modo as pessoas surdas se relacionam com esta forma de expressão.

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  • 2009 • Medi@ções – Revista OnLine da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, Vol. 1 - nº 1
    O desenvolvimento da literacia na criança surda: Uma abordagem centrada na família para uma intervenção precoce
    Resumo do Artigo Científico

    Medi@ções – Revista OnLine da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, Vol. 1 - nº 1  •  por Maria José Duarte Freire
    O desenvolvimento da literacia na criança surda: Uma abordagem centrada na família para uma intervenção precoce

    Os pais de uma criança surda devem estar conscientes da importância de oferecer ao seu filho ou filha surdos um ambiente favorável que lhes garanta um total desenvolvimento cognitivo, linguístico, social e emocional. Os pais devem ter um bom acesso a informação e aconselhamento que os prepare para o desafio que constitui educar uma criança surda. A comunicação é essencial para qualquer ser humano e a base do desenvolvimento linguístico e cognitivo. Usar a língua gestual à volta da criança surda e com ela, sem o intuito de a ensinar, mas usando-a como estratégia de comunicação, irá proporcionar à criança surda um instrumento de acesso à linguagem e ao conhecimento que lhe permitirão desenvolver a sua literacia.

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  • 2007 • Universidade de Aveiro, Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa
    A Criança Surda e o Desenvolvimento da Literacia
    Resumo do Artigo Científico

    Universidade de Aveiro, Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa  •  por Maria José Duarte Freire
    A Criança Surda e o Desenvolvimento da Literacia

    O presente trabalho propõe-se estudar o contexto de crescimento de um grupo de jovens surdos, de modo a conhecer e compreender os factores que contribuíram, ou não, para o desenvolvimento da sua literacia. A base teórica deste estudo é constituída pela filosofia da educação bilingue e bicultural das crianças e jovens surdos e parte de dois pressupostos fundamentais: a primeira língua da criança surda é a língua gestual do seu país, essencial para o seu desenvolvimento emocional, linguístico e cognitivo, e a segunda língua é a língua falada no seu país, ensinada à criança como língua não materna, privilegiando as vertentes da leitura e da escrita, fundamentais para a sua inserção na sociedade e para o seu progresso académico e profissional. Para a realização do presente estudo, foi adoptada uma metodologia qualitativa e descritiva, tendo a recolha de dados sido realizada por intermédio de um inquérito por questionário. Os dados foram recolhidos junto de um grupo de jovens surdos do concelho de Lisboa, entre os 15 e os 30 anos. Da análise dos resultados foram retiradas algumas conclusões que confirmaram as premissas defendidas no enquadramento teórico deste trabalho: a importância de uma educação bilingue e bicultural e o envolvimento da família no desenvolvimento da literacia das crianças e jovens surdos.

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  • Como co-autor(a)

    Sem artigos científicos inseridos.

    Livros de Maria José Duarte Freire

      Sem livros editados ou inseridos.
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