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Orqudea Coelho
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Professora
Biografia do Autor
Orqudea Coelho
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Mestre e Doutora em Ciências da Educação, Professora Auxiliar da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP), Membro do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE)

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Orqudea Coelho
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10 Artigos Cient�ficos publicados
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Artigos Científicos de Orqudea Coelho

Como autor(a) principal

  • 2019 • Medi@es. Revista Online da Escola Superior de Educao do Instituto Politcnico de Setbal. Vol 7, n. 1, p. 75-89
    A profisso de intrprete de lngua gestual: estudo sobre avaliao
    Resumo do Artigo Científico

    Medi@es. Revista Online da Escola Superior de Educao do Instituto Politcnico de Setbal. Vol 7, n. 1, p. 75-89  •  por Orqudea Coelho
    A profisso de intrprete de lngua gestual: estudo sobre avaliao

    O intérprete de língua gestual portuguesa (ILGP) é o profissional que contribui para a eliminação de barreiras linguísticas e aproxima os mundos surdo e ouvinte, em diferentes campos, nomeadamente linguístico e cultural. O tema da avaliação, ainda que polémico e de contornos variados, assume-se como um componente basilar. No caso particular dos ILGP, essa temática é emergente, mas são ainda escassos os estudos que lhe dedicam atenção. O nosso estudo foca a avaliação, considerada como estruturante e capaz de contribuir para regular a atividade profissional do ILGP. Com vista a trazer alguma luz sobre o processo avaliativo, partimos de um instrumento criado para a avaliação do desempenho do ILGP, intitulado “Avaliação de Desempenho e Qualidade de Intérpretes” (ADQI) desenvolvido por Simões (2011) e aplicámo-lo, junto de cinco intérpretes, tendo, para o efeito, adotado um conjunto de procedimentos metodológicos sequenciais. Os resultados obtidos remetem-nos para o reconhecimento e a importância da existência de um processo de avaliação, bem como para a adequação de um trajeto de redefinição do exercício da profissão em contexto escolar, o qual abrange a maioria dos intérpretes profissionais em Portugal.

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  • 2014 • In Silvia Andreis-Witkoski, Marta Rejane Proena Filietaz (Orgs.), Educao de Surdos em Debate, pp. 129-145. Curitiba (BR): Ed. UTFPR.
    Crianas Surdas Implantadas, Trabalho Pedaggico e Envolvimento Parental numa Perspectiva de Educao Bilingue
    Resumo do Artigo Científico

    In Silvia Andreis-Witkoski, Marta Rejane Proena Filietaz (Orgs.), Educao de Surdos em Debate, pp. 129-145. Curitiba (BR): Ed. UTFPR.  •  por Orqudea Coelho
    Crianas Surdas Implantadas, Trabalho Pedaggico e Envolvimento Parental numa Perspectiva de Educao Bilingue

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  • 2010 • Cadernos de Educao, FaE/PPGE/UFPel, Pelotas [36]: 197-221
    Da lgica da justificao lgica da descoberta. Ser surdo num mundo ouvinte: um testemunho autobiogrfico
    Resumo do Artigo Científico

    Cadernos de Educao, FaE/PPGE/UFPel, Pelotas [36]: 197-221  •  por Orqudea Coelho
    Da lgica da justificao lgica da descoberta. Ser surdo num mundo ouvinte: um testemunho autobiogrfico

    O nosso tema de anlise uma histria de sucesso de um surdo, atravs do seu testemunho autobiogrfico. Como muitas outras histrias de vida, esta dnos conta de qualidades humanas como a persistncia, a dedicao, ou uma imensa vontade de contornar e vencer osbtculos. Mas, como iremos descobrir, neste caso, o nosso protagonista tem vindo a travar tambm, desde muito cedo, e ao longo de toda a sua vida, uma luta e vigilncia atentas e permanentes, apenas possveis de sustentar mobilizando elevadas doses de esforo e empenhamento e, ainda, abdicando de alguns dos seus direitos existenciais e de cidadania. A reflexo proposta em torno deste testemunho procura salientar alguns destes aspectos, e equacion-los, luz da situao de uma expressiva maioria de muitos outros surdos, que continuam a no ter acesso a uma educao condizente com as suas especificidades culturais e lingusticas, que continuam a no chegar Universidade, a no aceder a uma Formao Profissional qualificante, a no ter direito a uma vinculao profissional, independncia econmica, social e afectiva, e a uma vida plena enquanto cidados.

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  • 2004 • Educao, Sociedade & Culturas, (22), 153-181
    Formao de Surdos: Ao Encontro da Legitimidade Perdida
    Resumo do Artigo Científico

    Educao, Sociedade & Culturas, (22), 153-181  •  por Orqudea Coelho
    Formao de Surdos: Ao Encontro da Legitimidade Perdida

    Neste artigo abordamos um pouco da histria da educao dos surdos e da sua luta pela emancipao, pela igualdade de direitos, pelo pleno reconhecimento da suas lnguas maternas, as Lnguas Gestuais, pelo direito a serem portadores e produtores de uma cultura prpria, a construrem uma identidade surda, e a assumirem, entre outros, o papel de professores/educadores surdos e de agentes transformadores da escola. Ao longo do texto, estas ideias so ilustradas atravs do recurso a vrios testemunhos encontrados dispersos na literatura acadmica e no-acadmica, e com eles emerge o jacto de ( excepo de pequenos focos), a sociedade maioritria no ter vindo a reconhecer a urgncia de uma mudana de paradigma nesta rea, promovendo atitudes segregacionistas e educando os surdos numa perspectiva de auto-regulao e de construo de uma identidade ouvinte.

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  • 2002 • O particular e o global no virar do milnio: cruzar saberes em educao, Edies Colibri / Sociedade Portuguesa de Cincias da Educao, pp. 169-174
    Gestos Lusfonos: Projecto de cooperao com Angola no mbito da surdez
    Resumo do Artigo Científico

    O particular e o global no virar do milnio: cruzar saberes em educao, Edies Colibri / Sociedade Portuguesa de Cincias da Educao, pp. 169-174  •  por Orqudea Coelho
    Gestos Lusfonos: Projecto de cooperao com Angola no mbito da surdez

    A nossa comunicao consiste na apresentao de um projecto de cooperao com Angola, no mbito da surdez, o qual tem em vista viabilizar uma interveno em reas diferentes e complementares. Tal projecto surgiu de contactos entre uma instituio portuguesa - APECDA/PORTO (Associao de Pais para a Educao de Crianas Deficientes Auditivas) e duas instituies angolanas - ANDA (Associao Nacional de Deficientes de Angola) e LARDEF (Liga de Apoio Reintegrao de Deficientes). Na nossa exposio procuraremos dar conta da natureza do projecto e das intenes que lhe subjazem, a partir dos objectivos que formulmos para o balizar. A saber: - apoiar crianas surdas angolanas, nomeadamente no que se refere possibilidade de lhes assegurar a escolaridade bsica; -proporcionar oportunidades de investigao e colaborao nas reas da interculturalidade e da aquisio da linguagem; - assegurar apoios ao nvel de equipamentos: audiomtrico, audio-protsico, informtico, de reabilitao educativa, e outros materiais; -incentivar e apoiar a formao de tcnicos angolanos; - promover a formao de parcerias que permitam dar corpo a um trabalho com exigncias multidisciplinares e que confiram consistncia, credibilidade e visibilidade s aces realizadas; -contribuir para a criao de uma associao especificamente voltada para a resoluo dos problemas da surdez, uma vez que as associaes existentes esto vocacionadas para o apoio deficincia em geral e no para a surdez em particular, entendida como uma condio de vida que nos remete para questes inerentes s minorias cultural e lingustica.

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  • Como co-autor(a)

  • 2021 • Educao de surdos, linguagens e experincias. Silva, R. A. F. Da; Hollosi, M. (Orgs.). Uberlndia, Navegando Publicaes
    Experincias de educao bilngue para Surdos: entrelaamentos entre Brasil e Portugal
    Resumo do Artigo Científico

    Educao de surdos, linguagens e experincias. Silva, R. A. F. Da; Hollosi, M. (Orgs.). Uberlndia, Navegando Publicaes  •  por Orqudea Coelho
    Experincias de educao bilngue para Surdos: entrelaamentos entre Brasil e Portugal

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  • Resumo do Artigo Científico

    Educao & Sociedade, vol.40, Campinas  •  por Orqudea Coelho
    Formas possveis de ser nas polticas lingusticas de educao de surdos em portugal

    artigo analisa um conjunto de políticas linguísticas de educação de surdos para mostrar como saberes sobre a surdez se articulam a normativas de comportamentos linguísticos dos surdos e operam na constituição de formas possíveis de ser surdo na contemporaneidade. A análise utiliza, como um exemplo destacado, documentos legais que regulamentam a educação de surdos em Portugal. Nesses documentos, percebem-se recorrências discursivas que permitem pensar a produção de formas universais possíveis de ser surdo governáveis principalmente pelo uso da língua, seja ela de sinais, seja oral. Essas formas de ser podem ser pensadas para além de um território geográfico, uma vez que se inspiram em saberes e tendências internacionais da educação de surdos.

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  • 2017 • In: Lus Grosso Correia; Ruth Leo; Sara Poas. (Org.). O Tempo dos Professores. 1ed.Porto: CIIE/FPCEUP/U.Porto, p.1101-1109
    A interface entre o processo formativo docente e a prtica de ensino de Lngua Gestual Portuguesa
    Resumo do Artigo Científico

    In: Lus Grosso Correia; Ruth Leo; Sara Poas. (Org.). O Tempo dos Professores. 1ed.Porto: CIIE/FPCEUP/U.Porto, p.1101-1109  •  por Orqudea Coelho
    A interface entre o processo formativo docente e a prtica de ensino de Lngua Gestual Portuguesa

    Trazemos para o debate as dimensões dos processos formativos de professores de Língua Gestual Portuguesa (LGP) e a influências desses processos na prática docente desenvolvida no ensino de LGP no âmbito de Portugal. Para tanto, propomos enquanto objetivo geral do estudo em questão: analisar o processo de formação docente e a influência deste na prática pedagógica do ensino de LGP. Trata-se de uma pesquisa de campo de abordagem qualitativa. Para a coleta de dados empregamos a entrevista semiestruturada com um professor de Língua Gestual Portuguesa, a fim de discutir aspectos relacionados à formação docente e a prática de ensino de LGP. Os resultados preliminares indicam que o processo formativo do professor de Língua Gestual Portuguesa reflete uma conjuntura de necessidades de valorização desta língua, do reconhecimento das especificidades que envolvem o uso e ensino de línguas gestuais, bem como de outras influências e demandas apontadas no decorrer do processo de formação docente, tais como: o desenvolvimento de metodologias apropriadas as características visuais inerentes aos usuários de LGP e a necessidade de sistematização de materiais específicos para a propagação da LGP.

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  • 2015 • Revista Reflexo e Ao, Santa Cruz do Sul, v. 23, n. 3, p. 193-217
    Aprender/ensinar filosofia em Lngua Gestual Portuguesa
    Resumo do Artigo Científico

    Revista Reflexo e Ao, Santa Cruz do Sul, v. 23, n. 3, p. 193-217  •  por Orqudea Coelho
    Aprender/ensinar filosofia em Lngua Gestual Portuguesa

    Admitindo que “la philosophie trouve son élément dans la langue dite naturelle” (DERRIDA, 1988, p. 36) e defendendo uma visão linguístico-cultural da surdez, as aulas de Filosofia em contexto de surdez colocam problemas específicos. A tradução de conceitos filosóficos para língua gestual apresenta dificuldades particulares devido às caraterísticas das duas línguas (língua vocal e língua gestual/língua de sinais). Além disso, nem todos os conceitos filosóficos possuem gesto standard em língua gestual portuguesa. Dado o compromisso teórico e o imperativo legal (legislação portuguesa) de as aulas de Filosofia ocorrerem em língua gestual portuguesa, procurou-se perceber de que modo esta língua resolve o problema da ausência de gesto. Nesse sentido, solicitou-se a um grupo de docentes surdas/os de língua gestual portuguesa que explicassem textos filosóficos nos quais estão presentes alguns desses conceitos e analisaram-se essas produções gestuais com o intuito de extrair resultados elucidativos.

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  • 2014 • Revista ESC - Educao, Sociedade & Culturas, n 43, p. 103-119
    Revoluo de abril, educao de Surdos/as e ensino da Filosofia. Da deficincia Pertena Cultural
    Resumo do Artigo Científico

    Revista ESC - Educao, Sociedade & Culturas, n 43, p. 103-119  •  por Orqudea Coelho
    Revoluo de abril, educao de Surdos/as e ensino da Filosofia. Da deficincia Pertena Cultural

    As transformações políticas geradas pela Revolução de Abril, no que à educação de surdos/as concerne, tiveram a sua primeira concretização na Lei Constitucional de 1997, que reconheceu a língua gestual portuguesa (LGP) como expressão cultural e instrumento de acesso à educação. A legislação atual que regula a educação de surdos em Portugal criou as Escolas de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos, onde todas as aulas, até ao fim do ensino secundário, têm de ser ministradas em LGP. Ora, no caso da disciplina de Filosofia, a tradução levanta problemas específicos. Esta situação, no entanto, não constitui uma limitação, mas evidencia que aprender/ensinar filosofia em contexto de surdez é uma questão de interculturalidade e de equidade social, o que leva a uma nova perspetiva sobre a educação bilingue de alunos/as surdos/as: o uso da LGP é uma exigência cultural e não uma forma de superar uma deficiência.

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