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Ana Claudia Balieiro Lodi
Ana Claudia Balieiro Lodi
Professora e Investigadora
Biografia do Autor
Ana Claudia Balieiro Lodi
Ana Claudia Balieiro Lodi
Professora e Investigadora

Graduação em Fonoaudiologia (1987) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Mestre em Educação (1996) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (2004) também pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É Professora Doutora da Universidade de São Paulo (USPRP), na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Departamento de Educação, Informação e Comunicação - e coordena o Laboratório de Apoio Pedagógico em Linguagens e Educação Especial deste Departamento. Desenvolve pesquisas na área de educação de surdos desde 1992, mais especificamente, na compreensão dos processos de aprendizagem da linguagem escrita por sujeitos surdos, considerando a língua portuguesa como segunda língua. Neste período iniciou seus estudos em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e hoje desenvolve estudos linguísticos sobre esta língua, em uma perspectiva discursiva e enunciativa da linguagem. Em 2003, passou a atuar em projetos junto a Secretarias Municipais de Educação visando a implantação de propostas educacionais bilíngues para surdos, realizando a capacitação de professores regentes, professores surdos e intérpretes de Libras - Língua Portuguesa na prática cotidiana escolar com estes alunos. Atualmente coordena a proposta de educação bilíngue para surdos na Rede Municipal de Santa Cruz das Palmeiras. É Professora Doutora da Universidade de São Paulo (USPRP), na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Departamento de Educação, Informação e Comunicação - e coordena o Laboratório de Apoio Pedagógico em Linguagens e Educação Especial deste Departamento. Tem realizado pesquisas principalmente nos seguintes temas: educação bilíngue para surdos, estudos sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras), desenvolvimento de linguagem (Libras) por crianças surdas, ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para surdos, e formação do tradutor-intérprete de Libras-Língua Portuguesa.

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Estatsticas de Publicao do Autor
Ana Claudia Balieiro Lodi
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10 Artigos Cient�ficos publicados
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Artigos Científicos de Ana Claudia Balieiro Lodi

Como autor(a) principal

  • Resumo do Artigo Científico

    Educao e Pesquisa, So Paulo, v. 39, n. 1, p. 49-63  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Educao bilngue para surdos e incluso segundo a Poltica Nacional de Educao Especial e o Decreto n 5.626/05

    Este artigo foi desenvolvido com o objetivo de desvendar os diferentes sentidos de educao bilngue e de incluso na Poltica Nacional de Educao Especial na Perspectiva da Educao Inclusiva e no Decreto n 5.626/05 luz da teoria discursivo-enunciativa de Bakhtin. Enquanto a Poltica de Educao Especial defende a incluso dos alunos surdos no sistema regular de ensino, as comunidades surdas e pesquisadores da rea, considerando a diferena lingustica desse grupo social e o disposto no Decreto n 5.626/05, advogam que a educao de surdos constitui-se como um campo especfico do conhecimento, distanciando-se da educao especial. Observou-se que o Decreto compreende educao bilngue para surdos como uma questo social que envolve a lngua brasileira de sinais (Libras) e a lngua portuguesa, em uma relao intrnseca com os aspectos culturais determinantes e determinados por cada lngua; a Poltica, por sua vez, reduz educao bilngue presena de duas lnguas no interior da escola sem propiciar que cada uma assuma seu lugar de pertinncia para os grupos que as utilizam, mantendo a hegemonia do portugus nos processos educacionais. Tal concepo limita a transformao proposta para a educao de surdos apenas ao plano discursivo e restringe a incluso escola, impossibilitando uma ampliao desse conceito a todas as esferas sociais, conforme defendido pelo Decreto. Essa diferena entre os sentidos dos conceitos de educao bilngue e de incluso nos dois documentos tem alimentado velhas tenses e inviabilizado o dilogo entre as proposies da Poltica de Educao Especial e do Decreto n 5.626/05.

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  • Resumo do Artigo Científico

    ReVEL, v. 10, n. 19  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Apropriao da Libras e o constituir-se surdo: a relao professor surdo-alunos surdos em um contexto educacional bilngue

    Este artigo tem como objetivo discutir o papel do professor surdo no trabalho com crianas surdas, a partir de uma experincia em desenvolvimento em um contexto educacional bilngue em uma cidade de pequeno porte no Estado de So Paulo. A anlise, realizada luz da teoria discursiva e enunciativa de Bakhtin, possibilitou a percepo dos processos constitutivos dos alunos como pessoas surdas, por meio da realizao de prticas que viabilizaram seu desenvolvimento de linguagem/apropriao da Libras. Neste processo, os estudantes surdos, ao assumirem a Libras como a lngua que os constitui (assim como ao professor surdo), instauraram novas relaes de poder na interao com os professores ouvintes bilngues e, ao assumirem-se autores de seus prprios dizeres nesta lngua, puderam construir suas prprias histrias, que foram marcada, algumas vezes, por transformaes culturais e pela incluso de apreciaes valorativas das situaes narradas. Considera-se assim, que a participao de professores surdos nos processos educacionais de seus pares de importncia impar para o desenvolvimento dos alunos e para sua insero em prticas socioculturais especficas deste grupo, processo que est intrinsecamente relacionado com a lngua que lhes constitui como sujeitos da linguagem. A presena e valorizao da Libras neste espao social, possibilita ainda que, nos discursos em circulao, histrias de luta, concepes de mundo e um olhar para o ser surdo perpassem a constituio das crianas, processo determinante para uma transformao sociocultural e ideolgica das pessoas surdas de uma nova gerao.

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  • 2010 • Traduo & Comunicao: Revista Brasileira de Tradutores N. 20, p. 89-103
    Gneros discursivos da esfera acadmica e prticas de traduo-interpretao Libras-portugus: reflexes
    Resumo do Artigo Científico

    Traduo & Comunicao: Revista Brasileira de Tradutores N. 20, p. 89-103  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Gneros discursivos da esfera acadmica e prticas de traduo-interpretao Libras-portugus: reflexes

    Com base nos pressupostos da teoria enunciativa bakhtiniana, assume-se que a tradução-interpretação é uma prática de construção de sentidos e, portanto, um trabalho de e sobre a linguagem. Por este motivo, torna-se necessário que o profissional conheça, além das formas prescritivas das línguas (seus componentes e estruturas gramaticais), as formas estabilizadas dos enunciados (gêneros do discurso), elementos indissociáveis. Ele deve, assim, conhecer o funcionamento das línguas em jogo, dos diferentes usos da linguagem nas diferentes esferas de atividade humana, na medida em que sua prática se revela na multiplicidade de sentidos existentes. O fato de não atuar em uma esfera específica de atividade implica desconhecimento de certos gêneros do discurso e, portanto, das linguagens em circulação nos espaços sociais e do contexto de produção do texto, fato que tem influência direta na prática de tradução-interpretação. A discussão será desenvolvida tendo como objeto a tradução de um texto do gênero discursivo da esfera acadêmica. Acredita-se que os aspectos aqui focalizados sejam fundamentais para se pensar práticas formativas dos profissionais tradutores-intérpretes de Libras-Língua Portuguesa, podendo ainda ser determinantes para se pensar nos processos de ensino-aprendizagem da língua portuguesa como segunda língua para surdos, tema de inúmeros estudos e de importância ímpar quando se pensa em educação de surdos.

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  • 2006 • ETD Educao Temtica Digital, Campinas, v.7, n.2, p.1-13
    Primeira lngua e constituio do sujeito: uma transformao social
    Resumo do Artigo Científico

    ETD Educao Temtica Digital, Campinas, v.7, n.2, p.1-13  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Primeira lngua e constituio do sujeito: uma transformao social

    Este artigo discute a importância da língua de sinais como primeira língua (L1) para surdos e para o ensino-aprendizagem da língua majoritária como segunda (L2), focalizando, em particular, sujeitos que tiveram acesso tardio a língua de sinais. Tendo como base uma pesquisa realizada por uma das autoras, verificou-se o desconhecimento de sujeitos surdos quanto à diferença existente entre a língua brasileira de sinais (LIBRAS) e a língua portuguesa, embora todos fossem usuários da primeira. Concluiu-se que há a necessidade de que movimentos sejam realizados para que uma real transformação dos sujeitos possa ser empreendida, principalmente no que se refere ao reconhecimento da LIBRAS em seu valor social, pois se este processo não for realizado, aos surdos cabe, apenas, a submissão ao português, na medida em que esta língua continua a ocupar um papel sócio-ideológico central na constituição dos processos lingüísticos e da subjetividade desses sujeitos. Esta mudança só poderá ocorrer se uma transformação nas relações estabelecidas por estes sujeitos nas diversas esferas sociais for objetivada. Desse modo, a LIBRAS poderá assumir o lugar de L1 dos sujeitos, independente do período de vida em que ela for desenvolvida, determinando uma transformação quanto aos lugares assumidos pelos surdos na sociedade.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Cad. Cedes, Campinas, vol. 26, n. 69, p. 185-204  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    A Leitura em Segunda Lngua: Prticas de Linguagem Constitutivas da(s) Subjectividade(s) de um Grupo de Surdos Adultos

    Este trabalho discute aspectos constitutivos da(s) subjetividade(s) de um grupo de surdos adultos, a partir do desenvolvimento de oficinas bilnges de leitura. A partir de interaes discursivas em Lngua Brasileira de Sinais (LIBRAS), tal espao possibilitou uma transformao dos lugares sociais assumidos pelos sujeitos, ao permitir o estabelecimento de dilogos entre histrias de vida e entre as diversas relaes sociais construdas em e pelo grupo. Considerando que a subjetividade sempre relativa, determinada pelos diversos olhares dos outros e construda em lugares e em tempos scio-ideolgicos distintos; um evento plural, marcado discursivamente, no qual o eu se completa dialogicamente na(s) relao(es) com o(s) outro(s), as discusses realizadas neste estudo apontam para a necessidade de um repensar dos espaos educacionais como lcus de interaes discursivas e, portanto, de transformao e de constituio dos sujeitos.

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  • 2006 • ETD Educao Temtica Digital, Campinas, v.7, n.2, p.1-13
    Primeira Lngua e Constituio do Sujeito: Uma transformao Social
    Resumo do Artigo Científico

    ETD Educao Temtica Digital, Campinas, v.7, n.2, p.1-13  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Primeira Lngua e Constituio do Sujeito: Uma transformao Social

    Este artigo discute a importncia da lngua de sinais como primeira lngua (L1) para surdos e para o ensino-aprendizagem da lngua majoritria como segunda (L2), focalizando, em particular, sujeitos que tiveram acesso tardio a lngua de sinais. Tendo como base uma pesquisa realizada por uma das autoras, verificou-se o desconhecimento de sujeitos surdos quanto diferena existente entre a lngua brasileira de sinais (LIBRAS) e a lngua portuguesa, embora todos fossem usurios da primeira. Concluiu-se que h a necessidade de que movimentos sejam realizados para que uma real transformao dos sujeitos possa ser empreendida, principalmente no que se refere ao reconhecimento da LIBRAS em seu valor social, pois se este processo no for realizado, aos surdos cabe, apenas, a submisso ao portugus, na medida em que esta lngua continua a ocupar um papel scio-ideolgico central na constituio dos processos lingsticos e da subjetividade desses sujeitos. Esta mudana s poder ocorrer se uma transformao nas relaes estabelecidas por estes sujeitos nas diversas esferas sociais for objetivada. Desse modo, a LIBRAS poder assumir o lugar de L1 dos sujeitos, independente do perodo de vida em que ela for desenvolvida, determinando uma transformao quanto aos lugares assumidos pelos surdos na sociedade.

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  • 2005 • Educao e Pesquisa, vol. 31, nmero 003 - Universidade de So Paulo So Paulo, Brasil pp. 409-424
    Plurilinguismo e surdez: uma leitura bakhtiniana da histria da educao dos surdos
    Resumo do Artigo Científico

    Educao e Pesquisa, vol. 31, nmero 003 - Universidade de So Paulo So Paulo, Brasil pp. 409-424  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Plurilinguismo e surdez: uma leitura bakhtiniana da histria da educao dos surdos

    A histria da educao dos surdos marcada por conflitos e controvrsias. Observa-se, porm, que embora as discusses realizadas nos ltimos cinco sculos faam referncia educao, as questes prprias das esferas educacionais nunca foram enfatizadas. Ou seja, os mtodos de ensino e as prticas realizadas foram submetidos ao fator lingstico e abordados com o objetivo de descrever e sustentar a defesa pelo desenvolvimento da lngua oral ou de sinais. Neste artigo, sero tecidas discusses, luz da teoria de Bakhtin, considerando-se os principais fatos ocorridos na histria da educao dos surdos no decorrer dos sculos. Sero explicitadas as diversas ideologias que perpassaram os discursos sobre a surdez; o embate histrico entre a lngua brasileira de sinais (LIBRAS) e o portugus, enfocando-se os processos determinantes do desin-centivo do uso da LIBRAS, por mais de um sculo, no processo educacional dos surdos; e apontados os reflexos dessa histria nos dias atuais em nosso pas. Ao final, ser feita uma breve exposio de uma pesquisa, realizada pela autora deste artigo, que aponta para processos indicativos para que uma transformao da educao de e para surdos seja realizada, principalmente no que se refere ao desenvolvimento dos sujeitos como leitores, dando subsdios, assim, para que novas pesquisas, na esfera educacional, sejam delineadas.

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  • Resumo do Artigo Científico

    D.E.L.T.A., vol.20, no.2, p.281-310  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Uma Leitura Enunciativa da Lngua Brasileira de Sinais: O Gnero Contos de Fadas

    Este artigo refere-se a um estudo inicial dos processos discursivos da lngua brasileira de sinais (LIBRAS), no gnero contos de fadas, luz da teoria enunciativa de Bakhtin. As anlises realizadas, embora iniciais, apontaram alguns aspectos discursivos relevantes sobre a LIBRAS, principalmente no que se refere dinmica interdiscursiva que a constitui, ou seja, compreenso de como as diferentes vozes presentes nos textos so construdas, como elas se diferenciam quanto aos aspectos composicionais, como assimilam o discurso do outro e como se inter-relacionam entre si e com o todo textual para o tratamento do tema.

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  • Como co-autor(a)

  • 2014 • Libras em Estudo: Formao de Profissionais, FENEIS-SP, p.109-129
    Formao de intrpretes de Libras - Lngua Portuguesa: Reflexes a partir de uma prtica formativa
    Resumo do Artigo Científico

    Libras em Estudo: Formao de Profissionais, FENEIS-SP, p.109-129  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    Formao de intrpretes de Libras - Lngua Portuguesa: Reflexes a partir de uma prtica formativa

    Compreendemos que o intérprete é o profissional que atua na fronteira de sentidos da língua de origem e da língua alvo e, portanto, em sua prática, ele deve perceber os sentidos nos discursos do outro, a fim de poder expressá-los na língua alvo sem que seus enunciados fiquem presos às formas da língua de partida, produzindo um novo enunciado que atenda à completude da mensagem. Seus conhecimentos ultrapassam assim, o conhecimento gramatical e a fluência nas línguas, constituindo uma forma de diálogo para construção de sentidos. Desta forma, atuar na área da tradução e interpretação implica na necessidade de formação, pois muitos conhecimentos são postos em jogo nesta prática profissional. Nesse contexto, este artigo tem como objetivo apresentar aspectos que envolveram uma prática de formação de tradutores e intérpretes de Libras – língua portuguesa, na qual se buscou conscientizar os alunos sobre a complexidade que envolve o ato tradutório e interpretativo. Este processo foi perpassado por reflexões sobre as concepções que embasam as diferentes estratégias de atuação, possibilitadas por vivências simuladas e reais de práticas profissionais. As análises permitidas com a realização da pesquisa nos permitiram afirmar que o ato de traduzir e interpretar implica em um movimento continuo de elaboração conceitual, processo que depende das relações concretas da vida social, em um tempo e espaço específicos e, neste processo reflexivo, a parceria estabelecida entre professor surdo e ouvinte mostrou ser um diferencial importante para se pensar na formação de futuros profissionais.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Universidade Metodista de Piracicaba  •  por Ana Claudia Balieiro Lodi
    A Incluso Escolar de Alunos Surdos no Ensino Infantil e Fundamental: Buscando respeitar sua Condio Lingstica e suas Necessidades Educacionais

    A complexidade da educao dos sujeitos surdos tem chamado a ateno dos educadores, j que os surdos, por sua perda auditiva, tm dificuldades de acesso linguagem oral e escrita (Ges,1994), fato que interfere enormemente em sua socializao e em seu desenvolvimento geral (Vygotsky,1986). Por este motivo, embora as propostas educacionais tenham como objetivo proporcionar o desenvolvimento pleno de suas capacidades, as diferentes prticas pedaggicas tm lhes determinado uma srie de limitaes, levando-os, ao final da escolarizao fundamental (que no alcanada por muitos), a no serem capazes de ler e escrever satisfatoriamente ou de terem um domnio adequado dos contedos acadmicos.

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