porsinal  
Áreas Críticas da Língua Portuguesa
Publicado em 1995
Editorial Caminho
  João Andrade Peres
  Telmo Móia
Linguística

Descrição

Áreas Críticas da Língua Portuguesa apresenta ao leitor seis áreas da língua que manifestam sintomas de uma «crise», quer porque nelas se verificam movimentos de ruptura — em geral pronunciadores de mutações da norma — quer porque muito facilmente nelas se insinua o puro desvio, a sugerir a existência de dificuldades (novas ou não) por parte dos falantes.

O material linguístico escolhido para a análise é constituído por textos jornalísticos produzidos entre 1986 e 1994. As áreas críticas seleccionadas são: estruturas argumentais (tratadas no capítulo 2), após um capítulo introdutório sobre o funcionamento de uma língua e a sua variação), construções passivas (capítulo 3), construções de elevação (capítulo 4), orações relativas (capítulo 5), construções de coordenação (capítulo 6) e concordâncias (capítulo 7).

Com excepção do primeiro capítulo, todos os demais são formados por duas partes, uma de «elementos teórico-descritivos» e outra de «análise de construções». Na primeira parte faculta-se ao leitor a informação gramatical necessária para poder analisar os textos recolhidos, que são analisados na segunda parte.

Áreas Críticas da Língua Portuguesa propõe uma reflexão sobre a linguagem que, sem exibir a sofisticação teórica e formal que as produções académicas normalmente requerem, procura ser adequada ao público interessado — o professor ou o estudante de português, o jornalista, o orador, o simples amante da sua língua.

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