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Vanessa Regina de Oliveira Martins
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Professora/Investigadora
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6 Artigos Científicos publicados
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Artigos Científicos de Vanessa Regina de Oliveira Martins

Como autor(a) principal

  • Resumo do Artigo Científico

    Educação & Realidade. vol.41, n.3, pp.713-729  •  por Vanessa Regina de Oliveira Martins
    Educação de Surdos e proposta bilíngue: Ativação de novos saberes sob a ótica da filosofia da diferença

    O presente trabalho objetiva travar um diálogo entre filosofia francesa e surdez, a partir dos constructos dos autores Gilles Deleuze, Félix Guattari e Michel Foucault, no que tange a ação conceitual e criativa da filosofia da diferença. Tal perspectiva se mostra propulsora de um pensamento militante e potente para compor novas práticas na educação de surdos. Problematiza-se a educação inclusiva e os discursos sobre a surdez pautados na lógica da mesmidade que apaga a diferença surda. Como alçar possibilidades de inscrição da surdez em outra lógica? Como sugestão, seria no incômodo de não se fazer igual, de não reparar seu corpo por meio de técnicas ortopédicas, mas de se recriar, reativando outros saberes, numa ética de se fazer singular. Nessa via, emerge a resistência surda, sendo efetivada por meio de formas outras de exercício e afirmação da vida. É pela enunciação da diferença linguística e pela visualidade conferida à experiência ímpar da não audição que tem se marcado a petição de uma educação bilíngue (no Brasil): língua brasileira de sinais (Libras) e língua portuguesa.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Revista de Educação PUC-Campinas, Campinas, 21(2):163-178  •  por Vanessa Regina de Oliveira Martins
    Educação inclusiva bilíngue para surdos: problematizações acerca das políticas educacionais e linguísticas

    O presente trabalho problematiza a polêmica educação de surdos, mais especificamente na educação infantil em escolas inclusivas. Algumas reflexões são tecidas no que tange à política educacional e linguística em escolas inclusivas bilíngues e, ainda, o desafio da manutenção de programas bilíngues que tomam a surdez pela centralidade da língua de sinais, como língua de instrução e de diferença no ensino. O olhar se dará na ação de uma escola polo de um dos municípios no interior do Estado de São Paulo. Evidencia-se a urgência de mudanças para a composição da diferença surda no espaço escolar e, com isso, a necessidade de quebras de paradigmas, travando diálogo entre as Secretarias de Educação e os movimentos surdos. Como método de análise utilizou-se um recorte da pesquisa em uma cena escolar a qual será usada como alegoria da teoria apresentada, promovendo um adensamento nos construtos foucaultianos. Usou-se a perspectiva genealógica de Michel Foucault que toma as relações de poder como efeito de saberes os quais circunscrevem o espaço institucional escolar. O leitor é, assim, convidado a desbravar algumas tensões presentes na perspectiva bilíngue a qual rompe radicalmente com o olhar da surdez a partir da deficiência e convoca a escuta da diferença na mais radical singularidade que a língua de sinais proporciona nos sujeitos surdos.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Educação & Sociedade, Campinas, v.36, n.133, p.1041-1058  •  por Vanessa Regina de Oliveira Martins
    Literatura surda e ensino fundamental: Resgates culturais a partir de um modelo tradutório com especificidades visuais

    O presente trabalho versará sobre a descrição do que é literatura surda a partir de uma revisão bibliográfica da literatura infantil e dos trabalhos específicos em torno da pedagogia visual, no campo específico da surdez. Faremos, além disso, uma reflexão sobre o trabalho tradutório de uma obra literária do autor Ziraldo Alves Pinto para alunos surdos do ensino fundamental I, de uma escola da rede municipal de Campinas, que está engajada em um projeto de educação bilíngue para surdos. O trabalho tradutório foi realizado por um educador surdo que faz parte da equipe da escola bilíngue. Foram gravados recontos da obra pelos alunos surdos, e a partir das narrativas produzidas, em Libras - Língua brasileira de sinais - fizemos alguns levantamentos sobre leitura, intervenção e criação.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Pro-Posições vol.26 n.3 p.103-124, Campinas  •  por Vanessa Regina de Oliveira Martins
    Contribuições da Educação Infantil e do brincar na aquisição de linguagem por crianças surdas

    O presente artigo problematiza a proposta bilíngue para crianças surdas na Educação Infantil e sua importância para o desenvolvimento linguístico do sujeito surdo. A partir da descrição de uma cena escolar em uma escola Polo bilíngue da rede municipal no interior de São Paulo, discute a aquisição de linguagem precoce e a relevância do brincar na Educação Infantil e reflete sobre a aquisição da língua de sinais nessa faixa etária, por meio da interação dialógica com o outro (surdo). Enfatiza a necessidade de políticas que estimulem a entrada da criança surda neste nível de ensino e valorizem a especificidade da surdez numa vertente bilíngue (Libras/Português) e também sugere a ampliação de escolas polos, inclusivas e bilíngues, para estudantes surdos e a adoção da língua de sinais como língua de instrução, com professores surdos e colegas surdos.

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  • 2008 • Cadernos do CEOM - Memória, História e Educação, Ano 21, n. 28, p. 191-206
    Análise das vantagens e desvantagens da Libras como disciplina curricular no ensino superior
    Resumo do Artigo Científico

    Cadernos do CEOM - Memória, História e Educação, Ano 21, n. 28, p. 191-206  •  por Vanessa Regina de Oliveira Martins
    Análise das vantagens e desvantagens da Libras como disciplina curricular no ensino superior

    Este trabalho compõe algumas reflexões, a partir do Decreto 5.626/05, sobre o processo atual de inclusão da Libras como disciplina obrigatória nos cursos de licenciatura e fonoaudiologia. Pretende-se analisar as viabilizações trazidas com a legislação para a inclusão do surdo no ensino de forma geral e os perigos do mascaramento de uma inclusão excludente. Trata-se aqui de vantagens e desvantagens: da inclusão hostil do surdo e da língua de sinais, ao necessário enfrentamento político dos surdos, com auxílio da legislação, para a construção de um ensino que tenha como pressuposto o franqueamento hospitaleiro da diferença surda, a imposição e manutenção da língua de sinais, não como um instrumento social apenas memorável, mas constitutivo do sujeito surdo e de sua identidade.

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  • Como co-autor(a)

  • 2016 • Revista Periferia. Educação, Cultura e Comunicação. v.8 n.2
    Educação Bilíngue de Surdos e a possível contribuição da formação em Pedagogia: Desafios atuais
    Resumo do Artigo Científico

    Revista Periferia. Educação, Cultura e Comunicação. v.8 n.2  •  por Vanessa Regina de Oliveira Martins
    Educação Bilíngue de Surdos e a possível contribuição da formação em Pedagogia: Desafios atuais

    Este artigo tem como objetivo trazer um recorte dos estudos empreendidos no trabalho de conclusão de curso de pedagogia na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Problematizou-se a formação de pedagogos no que concerne a proposta curricular oferecida nas Universidades Federais do Estado de São Paulo. O intuito foi o de verificar se a proposta formativa atual visa atender a demanda legal do Decreto 5.626/05 em relação à formação de professores bilíngues nos anos iniciais. Analisou-se se a proposta curricular direciona a reflexão do ensino e da aprendizagem de pedagogos para uma atuação em salas língua de instrução Libras. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, com investigação do tipo descritiva de cunho documental. Sobre a pesquisa documental, os dados foram coletados a partir das grades e ementas das Universidades Federais do Estado de São Paulo dos cursos de Licenciatura em Pedagogia nas disciplinas relacionadas à Língua Brasileira de Sinais, balizados pelo Decreto 5.626/05 e a Política Nacional de Educação Especial (PNEE). Com os resultados observa-se que os cursos de formação de professores dos anos iniciais mantêm a lógica da educação inclusiva. As representações da surdez enquanto deficiência e da língua de sinais como instrumento emanam políticas formativas: como carga-horária mínima para a disciplina de Libras, nenhum direcionamento para a alfabetização de crianças surdas. Tal perspectiva fomenta a proposta de educação de surdos baseada pelo atendimento educacional especializado (AEE) e não pela lógica de salas bilíngues, Libras/ Língua Portuguesa.

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  • Livros de Vanessa Regina de Oliveira Martins

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