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Elielson Sales
Elielson Sales
Professor de Matemática
Biografia do Autor
Elielson Sales
Elielson Sales
Professor de Matemática

Possui graduação em Licenciatura Plena em Matemática pela Universidade do Estado do Pará (1996), Mestrado em Educação em Ciências e Matemáticas pela Universidade Federal do Pará (2008) e Doutorado em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2013). Atualmente é pesquisador do Laboratório de Pesquisa Educacional para a Diversidade e Inclusão vinculado à Coordenação de Educação Especial da Secretaria de Estado de Educação, professor assistente da Faculdade Ipiranga e professor colaborador voluntário da Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Ensino e aprendizagem da matemática, atuando principalmente nos seguintes temas: surdez, educação matemática e inclusão.

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Elielson Sales
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Professor de Matemática
9 Artigos Científicos publicados
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Artigos Científicos de Elielson Sales

Como autor(a) principal

  • 2013 • Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE)
    A visualização no ensino de matemática: uma experiência com alunos surdos
    Resumo do Artigo Científico

    Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE)  •  por Elielson Sales
    A visualização no ensino de matemática: uma experiência com alunos surdos

    O eixo central da pesquisa surgiu da necessidade de dirigir o olhar ao cenário que compõe o contexto da escola inclusiva, para investigar de que forma a visualidade da pessoa surda pode contribuir para o ensino e aprendizagem de matemática. A pesquisa tem como referencial teórico a educação escolar inclusiva. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, e os dados foram obtidos a partir de uma intervenção realizada em uma escola da rede pública de ensino da cidade de Rio Claro/SP, com oito alunos surdos, usuários da Língua Brasileira de Sinais (Libras), matriculados no 5º ano do Ensino Fundamental. O registro dos dados se deu a partir de anotações em caderno de campo e filmagens das atividades desenvolvidas. Houve também entrevistas com pais, alunos, professora e intérprete, com o intuito de coletar informações sobre um pouco da história de cada aluno observado. Os dados são discutidos tendo em vista dois aspectos: o processo metodológico envolvido no trabalho com alunos surdos e as aquisições conceituais apresentadas pelos alunos em relação aos conteúdos propostos. A discussão dos resultados está distribuída em três temas: determinação de sinais em Libras para as formas geométricas; a matemática emergindo e re-conhecendo formas geométricas. O plano de intervenção desenvolvido esteve em sintonia com a perspectiva de educação matemática defendida nesta pesquisa, que considerou e promoveu a geometria como algo importante na exploração do mundo das crianças. Os resultados reforçam a importância de se estreitar a relação entre universidade e escola, o desenvolvimento de uma colaboração mútua em prol da aprendizagem de crianças surdas e seus benefícios para os que nela se envolveram. Ao final propõe-se o desdobramento da presente pesquisa em novas investigações relacionadas ao tema.

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  • 2012 • V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE) (UFSCar/São Carlos/SP)
    A Visualização no Ensino de Matemática: uma Experiência com Estudantes Surdos
    Resumo do Artigo Científico

    V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE) (UFSCar/São Carlos/SP)  •  por Elielson Sales
    A Visualização no Ensino de Matemática: uma Experiência com Estudantes Surdos

    O eixo central da pesquisa surgiu da necessidade de dirigir o olhar ao cenário que compõe o contexto da educação de surdos, para investigar de que forma a visualidade da pessoa surda pode contribuir para o ensino e aprendizagem de matemática por meio de recursos que privilegiem os aspectos da visualização em matemática. A presente proposta foi conduzida em uma escola da rede pública municipal de Rio Claro/SP, com estudantes 8 surdos usuários da Língua Brasileira de Sinais (Libras), matriculados no 5º ano do Ensino Fundamental. Como estratégias de produção de dados, utilizamos algumas atividades de geometria, observações em sala de aula, registro por meio de filmagens, entrevista semi-estruturadas com os pais e estudantes surdos. Os dados estão sendo discutidos tendo em vista dois aspectos: o processo metodológico envolvido no trabalho com estudantes surdos; as aquisições conceituais apresentados pelos alunos em relação aos conteúdos propostos. Constatamos, até o momento, a importância da utilização dos recursos visuais nas atividades de matemática, bem como o desenvolvimento de uma língua compartilhada a fim de minimizar as desigualdade linguística, entre surdos e ouvintes. Contexto que está contribuindo para as evidências apresentadas pelos participantes que demonstraram indícios de envolvimento e de aprendizagem.

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  • 2012 • Interfaces da Educação (UEMS/Paranaíba/MS), v.3, n.9, p.30-44
    Deficiência e Educação: uma perspectiva histórica da educação de surdos
    Resumo do Artigo Científico

    Interfaces da Educação (UEMS/Paranaíba/MS), v.3, n.9, p.30-44  •  por Elielson Sales
    Deficiência e Educação: uma perspectiva histórica da educação de surdos

    Procuramos resgatar diferentes momentos e marcos históricos da educação de surdos com o objetivo de analisar os fatos que influenciaram as práticas educacionais contextualizadas a partir dos processos históricos e sociais. Consideramos, principalmente Mazzota (2001), Mendes (1995) e Sassaki (1997), para situar as discussões em períodos, desde a Antiguidade, quando as pessoas identificadas como deficientes eram eliminadas ou abandonadas, passeando pela Idade Média, onde observamos claramente os comportamentos excludentes encobertos por práticas caritativas. No âmbito das políticas socioeducacionais, pudemos observar o desenvolvimento de diferentes trabalhos, indo da exclusão total à práticas de oralização para normalização, educação com base em princípios da comunicação total até as atuais propostas de educação inclusiva bilíngue. Embora cada modelo tenha seu apogeu em momentos históricos distintos, hoje, eles co-existem, desenhando um cenário de realidades diversas, com avanços e entraves de várias ordens.

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  • 2010 • X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA
    Quando a sala de aula, também, é a cidade: Uma experiência com alunos surdos
    Resumo do Artigo Científico

    X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA  •  por Elielson Sales
    Quando a sala de aula, também, é a cidade: Uma experiência com alunos surdos

    O estudo teve como objetivo analisar uma experiencia docente, frente a um projeto interdisciplinar desenvolvido com alunos surdos de 3a Série do Ensino Fundamental. Foi feito um recorte teórico sobre a prática, sobre as mudanças curriculares e a nova proposta de abordagem sobre os conteúdos, procurando relacioná-los à ação docente no ensino da matemática. O Método foi exploratório-descritivo com análise qualitativa dos dados. As produções (desenhos e textos) que demonstraram a percepção dos alunos sobre os conteúdos trabalhados e o nível de alcance dos objetivos estabelecidos para o projeto. A pesquisa envolveu 14 alunos surdos e professores em uma Instituição de Ensino Especializada. Nos resultados, observou-se que a exploração de outros ambientes, a utilização de imagens e da Língua Brasileira de Sinais - Libras são diferenciais importantes, tanto para o processo de ensino, quanto para a construção de conhecimentos e representação dos saberes apreendidos pelos alunos nas aulas de Ciências e Matemática.

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  • 2010 • III Jornada Nacional de Educação Matemática e XVI Jornada Regional de Educação Matemática, Passo Fundo. Educação Matemática: tendências, desafios e perspectivas. Passo Fundo : Editora Universitária
    Matemática Visual: Um olhar etnomatemático sobre uma prática docente com alunos surdos
    Resumo do Artigo Científico

    III Jornada Nacional de Educação Matemática e XVI Jornada Regional de Educação Matemática, Passo Fundo. Educação Matemática: tendências, desafios e perspectivas. Passo Fundo : Editora Universitária  •  por Elielson Sales
    Matemática Visual: Um olhar etnomatemático sobre uma prática docente com alunos surdos

    Este estudo aborda o tema surdez e pretende discutir a participação de Surdos3 em práticas sociais que envolvem conhecimentos matemáticos. Com o objetivo de empreender uma re-interpretação de algumas experiências profissionais e acadêmicas, a partir das contribuições de alguns autores abordados na disciplina Educação Etnomatemática: História, Cultura e Prática Pedagógica do curso de doutorado em Educação Matemática da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP campus de Rio Claro, sob orientação do professor Dr. Pedro Paulo Scandiuzzi4. Nesse contexto, utilizei pressupostos teóricos que consubstanciam: a linguagem viso-espacial, a Etnomatemática, e ainda questões sobre bilinguismo, identidade, cultura e representação. Assim, neste estudo, entendemos que o grupo de Surdos difere do grupo de ouvintes por questões linguísticas e culturais. Acreditamos também que existam diferenças no interior de cada grupo. Ao término dessa incursão foi possível observar que os estudos em Etnomatemática deram suporte significativo às reflexões empreendidas e proporcionaram um “novo” olhar sobre a comunidade Surda. Percebi, também. que apesar de apresentarem histórias de fracasso escolar, o Surdo, possui experiências de participação significativa na sociedade, sejam estas mais autônomas, ou limitadas pela família, que contribuem para a constituição de aspectos linguísticos e culturais específicos de sua comunidade.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Espaço (Rio de Janeiro. 1990), v. 31, p. 19-31  •  por Elielson Sales
    Geometria, Literatura Infantil e Língua de Sinais: Nexos e reflexos de uma experiência em um ambiente inclusivo de ensino e aprendizagem

    Analisam-se alguns aspectos ligados às linguagens na Educação de Surdos. Como categorias de análise foram consideradas os conteúdos da Geometria Elementar, abordados por meio da Literatura Infantil. Os sujeitos da pesquisa foram cinco alunos da 5a série do Ensino Fundamental de um Instituto especializado em Educação de Surdos e usuários da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O método utilizado foi o exploratório descritivo com observação participativa. A abordagem dos dados foi qualitativa, com instrumentos de desenhos e exercícios voltados para a Geometria. Para o desenvolvimento do trabalho, foram feitas sete sessões de ensino básico de Geometria. Constataram-se a importância da LIBRAS para a comunicação, interação e desenvolvimento da criança Surda, bem como a relevância da representação e da valorização da imagem na Geometria ligada à Literatura Infantil, contexto que contribuiu para um processo de construção significativa do conhecimento pelo sujeito Surdo.

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  • Resumo do Artigo Científico

    Universidade Federal do Pará - UFPA  •  por Elielson Sales
    Refletir no Silêncio: Um estudo das aprendizagens na resolução de problemas aditivos com alunos surdos e pesquisadores ouvintes

    O eixo central da pesquisa surgiu da necessidade de dirigir o olhar ao cenário que compõe o contexto da escola especializada na educação de surdos, para analisar as evidências apresentadas pelos personagens, alunos surdos e pesquisadores, por meio de ações reflexivas no processo de ensino com resolução de problemas aditivos, proporcionado, também, pela Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, e que demonstram serem indícios de envolvimento e de aprendizagem. Para a configuração desta pesquisa, optamos, como referencial teórico, pela vertente da educação de surdos e do Professor Reflexivo, na qual procuramos elementos norteadores para circunscrever a temática deste estudo. O presente estudo, de natureza colaborativa na modalidade pesquisa-ação, foi conduzido em uma unidade especializada na educação de surdos do município de Belém-PA, com seis alunos surdos profundos e uma aluna surdocega, usuários da LIBRAS, matriculados na segunda série do ensino fundamental. Os dados apresentados, nesta pesquisa, foram coletados em sete semanas, durante o período de 18/02/2008 a 07/04/2008. Foram utilizadas como estratégias: observações em sala de aula; registro através de filmagens das atividades desenvolvidas pelos alunos com os pesquisadores e os colegas surdos. Entrevista semi-estruturada com responsáveis dos alunos, com o intuito de coletar informações sobre um pouco da história de cada aluno; investigação de dados em prontuários da escola. Os dados são discutidos tendo em vista três aspectos: a prática do professor reflexivo; o processo metodológico envolvido no trabalho com alunos surdos; as aquisições conceituais apresentados pelos alunos em relação aos problemas aditivos. Ao analisar os resultados pudemos perceber que o ambiente proporcionado pela resolução de problemas aditivos, por meio da língua de sinais associados a alguns recursos didáticos, permitiu estabelecer um canal de comunicação favorável para que os sujeitos interagissem com seus pares e também com o grupo. E conseqüentemente promoveu aos mesmos apropriarem-se de conceitos matemáticos relativos ao conteúdo trabalhado, fato que também foi percebido pelos pesquisadores. Ao final propõe-se o desdobramento da presente pesquisa em novas investigações relacionadas ao tema.

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  • 2007 • VII-EPG - Encontro Latino Americano de Pós-Graduação, São José dos Campos-SP. O Paradigma do Desenvolvimento Sustentável. São José dos Campos-SP: UNIVAP
    O Ambiente Logo como Elemento Facilitador na Releitura de Significados em uma Atividade de Ciências com Alunos Surdos
    Resumo do Artigo Científico

    VII-EPG - Encontro Latino Americano de Pós-Graduação, São José dos Campos-SP. O Paradigma do Desenvolvimento Sustentável. São José dos Campos-SP: UNIVAP  •  por Elielson Sales
    O Ambiente Logo como Elemento Facilitador na Releitura de Significados em uma Atividade de Ciências com Alunos Surdos

    Este estudo apresenta uma breve abordagem sobre o ambiente logo como elemento facilitador na releitura de significados com alunos surdos. A presente pesquisa buscou investigar o processo de releitura de significados, a partir do ambiente logo, durante uma atividade de ciências, bem como fazer uma análise das interações ocorridas no Laboratório de Informática Educativa - LIED. Este estudo baseou-se na observação de um grupo de 7 alunos, de um Instituto Especializado em educação de surdos em Belém/PA. Trata-se, portanto, de um estudo com abordagem descritiva dos dados obtidos, e qualitativa quanto à apresentação e análise discursiva. Os resultados mostram que Ambiente Logo possibilitou aos sujeitos situações de ação que geraram releitura de significados, levando-os a uma atividade rica e diferenciada.

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  • Como co-autor(a)

  • 2009 • Arqueiro (Rio de Janeiro). , v.17, p.7-18
    A comunicação matemática e os desafios da inclusão
    Resumo do Artigo Científico

    Arqueiro (Rio de Janeiro). , v.17, p.7-18  •  por Elielson Sales
    A comunicação matemática e os desafios da inclusão

    Neste artigo, são analisados alguns aspectos referentes às interações por meio da comunicação, no contexto da educação de surdocegos, como um dos fatores fundamentais para o processo de inclusão. Como categorias de análise foram considerados conteúdos de resolução de problemas aditivos. O sujeito da pesquisa foi uma aluna surdacega da 2a série do ensino fundamental de uma escola especializada em educação de surdos e usuária da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. O método utilizado foi o estudo de caso. A abordagem dos dados foi qualitativa. Tais dados foram coletados em sete encontros de ensino de resolução de problemas aditivos – abordados por meio da LIBRAS e de materiais didáticos diversificados. Constatou-se a importância da comunicação para a interação e inclusão da criança surdacega, bem como a relevância de se diversificar a utilização de materiais didáticos no processo de ensino e aprendizagem, contexto que contribuiu para as evidências apresentadas pelo sujeito, que demonstraram indícios de envolvimento e de aprendizagem.

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